O foco das operadoras de saúde é atualizar os preços em 2023

O foco das operadoras de saúde é atualizar os preços em 2023

Após um prejuízo de quase R$10 bilhões em 2022, o foco das operadoras de saúde é atualizar os preços de seus serviços por diversos motivos ainda este ano. 

Uma das principais razões é o aumento constante dos custos da saúde, que envolve desde a evolução tecnológica em equipamentos hospitalares e medicamentos, até o aumento da demanda por serviços de saúde.

Outro fator é a necessidade de reajuste dos valores pagos pelos planos de saúde às instituições prestadoras de serviços de saúde, como hospitais e clínicas. Essas instituições vêm aumentando seus preços para se adequar aos novos custos da saúde, o que implica em um repasse destes custos para os planos de saúde.

Somado a tudo isso, a pandemia Covid-19 teve um grande impacto na saúde e economia do país, afetando negativamente os resultados financeiros das operadoras de saúde. 

O aumento dos custos hospitalares, em função de novos protocolos de segurança e admissão de pacientes infectados pelo vírus, e a queda de receitas devido à retomada de exames, cirurgias eletivas e consultas de rotina, são alguns dos fatores que afetaram o fluxo de caixa das operadoras de saúde.

No entanto, é importante destacar que os reajustes devem ser justificados e transparentes. As operadoras de saúde precisam levar em consideração a realidade dos custos da saúde e dos serviços prestados, bem como o contexto econômico e social do país. Além disso, é natural que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) acompanhe e regule esses reajustes.

Acompanhe as previsões dos reajustes

Os reajustes variam conforme a modalidade do convênio médico. No individual por exemplo, a ANS que definirá o percentual, cuja previsão está em torno de 10%. Já nas demais modalidades, há livre negociação entre operadoras e contratantes. Nos convênios médicos voltados às pequenas e médias empresas, os aumentos variam de 16% a 25%. E para os planos de saúde coletivos por adesão, como a QualiCorp, líder neste segmento, foi repassado 23%, 10% a mais que no ano passado, que foi de 13%. 

Segundo Paulo Moll, presidente da Rede D’Or, a meta é que a taxa de sinistralidade volte aos patamares pré-pandemia. No primeiro trimestre, a SulAmérica apurou sinistralidade de 88,6%, o que representa uma queda de 4 pontos percentuais em relação ao quarto trimestre, mas ainda está 3,4 pontos percentuais acima quando comparado ao mesmo período de 2022.

Vale lembrar que o aumento de preços pode ser impactante para os beneficiários dos planos de saúde, especialmente em um momento de crise econômica. Por isso, é importante que as operadoras de saúde se comuniquem de forma clara e transparente com seus clientes, explicando os motivos do reajuste e oferecendo opções e benefícios que possam minimizar esse impacto, como descontos em consultas, exames e medicamentos.

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O que é sinistralidade e como reduzir o percentual da sua operadora de saúde 

 

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